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Serra e Dilma iniciam campanha zero a zero, avaliam especialistas

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5 de julho de 2010 às 09:12
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SÃO PAULO - A disputa à Presidência, cuja campanha começa oficialmente amanhã, será polarizada entre Dilma Rousseff (PT-RS) e José Serra (PSDB-SP), e a largada será marcada por um rigoroso equilíbrio. A leitura é de cientistas políticos consultados pelo DCI.

Para o professor Carlos Manhanelli, da Manhanelli Associados, a recente pesquisa do instituto Datafolha, que aponta o empate técnico dos ponteiros Serra (39%) e Dilma (38%) tende a se manter. "Desde o anúncio das pesquisas Ibope e Vox Populi [que deram vantagem a Dilma] eu dizia que os jornais estavam fazendo uma leitura jornalística. Pesquisa é diagnóstico, não prognóstico. A disputa Serra/Dilma está equilibrada e é o empate vai prevalecer até que um deles produza um novo movimento", avalia.

Para Aldo Fornazieri, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), a petista tem mais chances de provocar essa mudança. "Desde as primeiras pesquisas, Serra tem uma variação na casa dos 35%. Acredito que esse é o teto dele. A eleição vai ser polarizada, mas a Dilma é a candidata que tem mais margem de crescimento."

Fornazieri se justifica dizendo que a ex-chefe da Casa Civil pode ser beneficiada por fatores como a estabilidade econômica e também a transferência de votos oriunda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O vice

Para Manhanelli, o tucano está numa situação mais difícil por conta de erros de estratégia na escolha de seu vice. "Houve várias negativas até que o Álvaro Dias aceitasse. Aí veio o DEM e exigiu Índio da Costa", lembra. "E o erro estratégico se consolida quando Serra escolhe alguém do Rio de Janeiro, enquanto deveria ter optado por agregar alguma liderança do nordeste, onde ele precisa fazer votos", comenta.

O especialista diz que, desde a redemocratização, os partidos têm buscado uma identificação com o eleitor nordestino. "É a primeira eleição sem que os partidos apresentem uma liderança do nordeste. Desde a época do Tancredo se tinha uma presença nordestina [José Sarney]. Em 89, Collor, de Alagoas. Fernando Henrique teve o pernambucano Marco Maciel e depois tivemos a era Lula. Dilma se descuidou e não agregou o nordeste. E Serra perdeu a oportunidade de fazê-lo", afirma.

Fornazieri diverge. "A escolha do vice não tem peso junto ao eleitorado. O que vai decidir a eleição são as propostas e a conjuntura eleitoral do momento. E esse processo só vai começar depois da Copa do Mundo."

 

 

Com informações do DCI

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