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O Ministério da Educação, por meio do programa "Brasil Profissionalizado", promove a descentralização da instalação de laboratórios e da compra de mobiliário para as instituições de ensino técnico e profissionalizante das redes estaduais de todo o país. Além de mais ágil, o processo permite reduzir custos e padronizar os equipamentos usados nos cursos. Até o fim do ano passado, o programa investiu R$ 162 milhões na instalação de laboratórios e mais R$ 13,3 milhões na aquisição de mobiliário.
Está em fase final a entrega de 635 laboratórios em escolas técnicas dos Estados do Acre, Amapá, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina. A partir deste ano, serão entregues mais 1.088 laboratórios em 17 Estados e no Distrito Federal. As instituições de ensino recebem laboratórios científicos (Matemática, Física, Química, Biologia) e técnicos (para ensino a distância, de eletroeletrônica, topografia, análise química e ensaios mecânicos e metalográficos).
O" Brasil Profissionalizado" vai investir ainda R$ 4,4 milhões na formação de profissionais a partir deste ano. "Em vez de os estados se responsabilizarem pela capacitação, o Ministério da Educação assume os cursos de formação de professores", explica o coordenador-geral de fortalecimento das redes de educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Pedra.
Para a formação de 300 professores, estão abertos os cursos de especialização em gestão educacional profissional e de agroecologia, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná, e de mestrado em educação, na Universidade Federal de Juiz de Fora. De 2008 a 2011, o "Brasil Profissionalizado" investiu R$ 2,047 bilhões em construção e ampliação de escolas técnicas, formação de profissionais e compra de mobiliário e equipamentos para laboratório.
Com informações do MEC
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